"Você não é derrotado quando perde. Você é derrotado quando desiste."
(Paulo Coelho)
Um novo olhar no Almirante... Este espaço foi criado como uma nova ferramenta de comunicação entre professores e alunos do Almirante. Vamos estreitar laços e, juntos, buscar um crescimento com visões e ideias através do diálogo dos blogeiros.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
Simplicidade
"Simplicidade é ser livre de
complicações, perguntas inúteis, dúvidas e expectativas. Quando sou simples
nas minhas ações, sou naturalmente preciso e inspirador. Quando sou simples
nos meus pensamentos, também sou simples nas minhas respostas ao ambiente
externo (pessoas e situações). Assim permaneço contente comigo. Esse
contentamento traz novidade e criatividade a medida que vou respondendo às
situações com essa simplicidade. Ser simples não é ser comum ou superficial.
Ser simples é ser capaz de trazer soluções fáceis para a complexidade da
vida. Para ser simples é preciso entendimento, ponderação e sabedoria."
Brahma Kumaris
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Uma colaboração da no Vice-diretora do Ensino Médio: Cínta.
Cintia Decker compartilhou a foto de Sentimentos Inversos.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Uma mente pequena converte um
grande trabalho em algo pequeno. Uma grande mente transforma qualquer
trabalho pequeno em algo grandioso. Nenhum trabalho é pequeno ou grande por
si só, é a pessoa que confere valor ao que faz. Se fico consciente da função
que exerço, me torno (do mesmo tamanho) pequeno. Se me torno consciente do
ser, posso ler as entrelinhas das situações e realizar as aspirações das
pessoas envolvidas.
Brahma Kumaris
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Por que sentimos sono após as refeições?
Por
Karlla Patrícia
– 20 de julho de 2010Publicado em: Curiosidades, O corpo humano, Visitante CuriosoMe encanta su sitio “Diario de biología.” Soy argentina y yo siempre se traduce de los temas. Tengo una pregunta: Cuando comemos dormimos, ¿por qué sucede esto? Sofía – Buenos Aires/Argentina
Sofía,
é verdade! Quando terminamos uma refeição completa, como um almoço por
exemplo, o nosso organismo passa por algumas alterações que dá aquela
sensação de “preguicinha” e sono. É como se o corpo quisesse hibernar.
Tudo começa quando o alimento chega ao
estômago. Neste momento o fluxo sanguíneo se acumula nesta região
do abdome Isto acontece para que o processo de digestão seja facilitado
pela circulação muito ativa naquele local. Com o aumento na circulação
abdominal, muito sangue acaba sendo desviado para o processo de
digestão, o cérebro fica menos oxigenado e o sistema nervoso com menos
fluxo sanguíneo.
Existe uma região no nosso cérebro
responsável pela sensação de fome. Essa região fica localizada próxima
ao centro que controla o estado de alerta. O “aviso” de satisfação (fome
saciada) enviada ao cérebro “desliga” nossos sinais de alerta. Isso por
que, a glicose vinda dos alimentos aumentam nossos níveis glicêmicos e
inibem as células nervosas responsáveis pela sensação de alerta e então
somos parcialmente desligados. Este ciclo, provoca uma diminuição nas
nossas atividades gerais causando uma sensação de sono, dormência,
preguiça e tudo mais.
É preciso levar em conta também, nossos
ritmos biológicos diários. Eles costumam variar durante o dia e
exatamente na hora do almoço, no meio do dia, é o momento do declínio
desses ritmos. A dica para não cochilar depois do almoço no trabalho é
evitar alimentos ricos em glicose e comer pouco carboidrato para que os
sinais de alerta das células nervosas não sejam interrompidos. Mas que
este soninho é bom, isso é!
domingo, 18 de novembro de 2012
Avaliação Emancipatória
RESUMO DE LIVROS - SAUL, Ana Maria.
As avaliações emancipatória, dialógica e mediadora servem para a intervenção do professor em sua prática profissional.
"Segundo Luckesi, a avaliação da aprendizagem escolar são meios e não fins em si mesmas, estando delimitadas pela teoria e prática. Nesta perspectiva, ela precisa estar ressarcida de valores construídos pelos homens, num significado coletivo, de bem estar social, por parte do educador este deve visar situações e práticas associadas às questões políticas e sociais.
A avaliação emancipatória caracteriza-se como um processo de descrição, análise e crítica de uma dada realidade, visando transformá-la, situada numa vertente político pedagógica cujo interesse é primordial é emancipador, libertador visando provocar critica e fazer com que as pessoas envolvidas na ação educacional escrevam sua própria historia.
Para Hoffman todos os aprendizes estarão sempre evoluindo, por isso o olhar do professor deve abranger a diversidade de traçados provocando-os a prosseguir sempre, fazendo que o educando assuma um compromisso pedagógico pessoas, ‘buscando sua própria felicidade.PONCE’. ainda Hoffman, a avaliação importa para uma educação libertadora desde que seu papel seja investigar, problematizar e ampliar perspectivas. Na avaliação mediadora, Educadores devem prestar atenção e “pegar no pé” do educando insistindo em conhecê-lo melhor, entendendo suas falas, argumentos, dialogando, ouvindo suas perguntas, fazendo-lhe novas e desafiadoras questoesa até, buscar alternativas para uma ação educativa voltada pra a autonomia moral e intelectual.
Para Arroyo, cada ao educador mobilizar o aluno para que se torne um aprendiz recriando espaços de trocas.
A avaliação dialógica, segundo Romão, na escola Cidadã, onde se desenvolve uma educação libertadora, o conhecimneto é um processo de descoberta coletiva, medializada pelo dialogo entre educador e educando, a avaliação deixa de ser processo de cobrança para se transformar em um momento de aprendizagem, para professores e alunos, voltando pra a transformação do meio. O educador deve ser mediado e incentivador de integração e participação em favor da aprendizagem além do muro da sala de aula.
Na Pedagogia Diferenciada de Perrenoud, a avaliação deve ter finalidade primeira a aprendizagem maior, apontando caminhos na solução de problemas e reinventando maneiras de democratizar o conhecimento.
Hoffmann conclui que, a avaliação deve se orientar de valores morais e paradigmas científicos. Os processos não podem ser fundamentados apenas em princípios, critérios e regras de investigação cientifica e metodológicas. E sim deve ser recorrer a interações e relação social, numa analise ético-político das práticas e metodologias da avaliação." (Prof. Lídia)
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