domingo, 16 de dezembro de 2012

Formandos 2012

Mensagem aos Formandos de 2012

O sucesso é daqueles que batalham, e com toda certeza vocês são  merecedores desse sucesso. Parabéns pela formatura! Que a alegria da formatura, hoje fique para sempre em vocês, para que a felicidade também contagiem aqueles que os cercam. Pessoas grandes são aquelas que lutam por ideais, e hoje nesta formatura, vocês provam ser parte dessas pessoas. Parabéns pela formatura! As suas conquistas vão impulsionar outras buscas e abrir novos horizontes, sempre apontando para um futuro muito luminoso. Parabéns e muito sucesso! Por acreditar que este dia chagaria, vocês se esforçaram e buscaram a cada dia do seu sonho. Merecidamente venceram, e hoje os aplausos são todos para vocês! Parabéns, Fornandos! O que vocês alcançaram hoje, é uma pequena parte do que vocês ainda podem conquistar com o seus talentos. Parabéns! O talento, a força de vontade e a persistência trouxeram vocês até aqui. Parabéns! Esperamos que esta vitória seja o início de muitas outras conquistas.
Recados para facebook

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Como a anestesia age no nosso corpo?

Nossos nervos são como fios que temos espalhados pelo corpo. Quando sentimos dor, é sinal que algo está errado em alguma parte do corpo. E esse sinal segue da parte dolorida (dente com cárie, ferida, etc…) até o cérebro viajando por nervos. Os neurônios em sequência são as células encarregas de formar nossos nervos.
Dentro no neurônio é eletricamente negativo e o ambiente em volta dele é positivo. Quando ferimos uma parte do corpo, o neurônio mais próximo do local abre na sua membrana os chamados canais de sódio, que permitem a entrada de íons de sódio. Como esses íons são positivos, o interior da célula vai perdendo seu estado negativo.
Para voltar ao normal, o neurônio abre seus canais de potássio para a saída de íons de potássio (positivos) da célula. Essa sequência de entra-e-sai vira uma reação em cadeia, que vai passando de um neurônio para outro até chegar ao cérebro. Lá, essa sequência de alterações na carga dos neurônios é “traduzida” como um sinal de dor.
Quando usamos anestésicos, como no dentista, eles interrompem o mecanismo de transmissão do sinal da dor. O dentista aplica o anestésico na região onde o dente problemático está. Esses anestésicos, têm, geralmente, substâncias como a lidocaína e a bupivacaína, que reagem quimicamente com os neurônios da região machucada, impedindo a abertura dos canais de sódio. Assim, o processo de transmissão da dor é interrompido logo de cara.
Na verdade a região anestesiada não fica “dura” como parece. Essa sensação é devido a falta de sensibilidade no local.

Cinco maneiras infalíveis de acabar com o soluço!                  (Karlla Patrícia)

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Os soluços acontecem quando o nervo vago ou uma de suas ramificações, que vai do cérebro para o abdômen, fica irritado. Especialistas dizem que os soluços são na maioria das vezes uma reação a distúrbios digestivos comuns. Uma forma de conter os soluços é inundar o nervo vago com outra sensação. O nervo vago envia sinais ao cérebro que existem coisas mais importantes acontecendo e então é hora de acabar com os soluços. Outros métodos interferem na respiração, aumentando a quantidade de dióxido de carbono no sangue. Isso provavelmente faz com que o corpo fique mais preocupado em se livrar do dióxido de carbono do que criar soluços. Se você quer saber mais sobre soluços, veja AQUI.
Vamos aprender cinco técnicas para acabar com o soluço, consideradas infalíveis pelos médicos:
1- Engolir uma colher de açúcar. Esse ato sobrecarrega as extremidades do nervo na boca com uma sensação doce. Essa sensação vai ocupar o cérebro imediatamente com outras reações. Experimente também o açúcar na parte de trás da língua, onde sentimos o gosto “azedo”. Assim a sobrecarga de açúcar dará mais resultado!
2- Alguns médicos recomendam que você tape os ouvidos para parar os soluços. Os ramos do nervo vago também se estendem até o sistema auditivo e, ao estimular as terminações nervosas lá, o nervo vago entra em ação.
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3- Levar um susto. Apesar de ser a técnica do tempo da vovozinha, isso funciona! O susto ativa o nervo vago e coloca um ponto final nos soluços.
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4- Engolir ou gargarejar com água também é uma ótima técnica, pois acalma os nervos.
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5- Fazer careta esticando a língua também pode parar os soluços.
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"Seja qual for o seu sonho, comece. A ousadia tem genialidade, poder e magia."
                                                                           (Goethe)

Cooperação

"As conquistas humanas são como uma cadeia de montanhas com penhascos, encostas e vales. Almejar a excelência na aquisição coletiva é querer alcançar o ponto mais alto. O esforço requer que cada alpinista esteja equipado com habilidades, conhecimento e força de vontade. No entanto, nenhuma escalada jamais deveria ser empreendida sem o item de equipamento mais importante: a corda de segurança da cooperação. Ela provê o meio para que cada alpinista de um passo e para que esses passos, coletivamente, atinja o pico"

Brahma Kumaris

domingo, 9 de dezembro de 2012

A LENDA DA ÁRVORE DE NATAL


Uma Tradição Cristã Recente,  
Cuja Verdadeira Origem é Pagã e Antiga


Dr. Kaygorodoff

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O costume da árvore de Natal é uma instituição bastante recente. Surgiu em uma época tardia não só na Rússia, mas também na Alemanha, onde apareceu pela primeira vez. Da Alemanha ele se espalhou para todos os lugares, no velho mundo assim como no novo mundo. Na França, a árvore de Natal foi adotada só depois da guerra franco-alemã; após 1870, portanto. De acordo com crônicas da Prússia, o costume de iluminar a árvore de Natal como vemos hoje foi estabelecido cerca de cem anos atrás.  Ele chegou à Rússia em torno de 1830, e em pouco tempo foi adotado em todo o Império e pelas classes mais ricas.

É bastante difícil estabelecer a trajetória histórica deste costume. A sua origem pertence, inegavelmente, à mais remota antiguidade.

Os pinheiros sempre foram homenageados pelas nações antigas da Europa. Como são plantas perenifólias (cujas folhas duram o ano todo), eles simbolizam a vegetação que nunca morre e são considerados sagrados para as divindades da natureza, entre elas Pã, Ísis e outros deuses.

De acordo com o folclore antigo, o pinheiro nasceu do corpo da ninfa de nome Pitys (termo grego para esta árvore); a amada dos deuses Pã e Bóreas.

Durante os festivais da primavera, feitos em homenagem à grande deusa da Natureza, os pinheiros eram trazidos para os templos e decorados com violetas perfumadas.

Os antigos povos nórdicos da Europa tinham uma reverência semelhante pelos pinheiros em geral, e faziam uso intenso deles durante os seus festivais. Assim, por exemplo, é bem sabido que os sacerdotes pagãos da antiga nação alemã, quando celebravam a primeira etapa do retorno do Sol para o equinócio da primavera, erguiam em suas mãos galhos de pinheiros altamente ornamentados. Isso aponta para uma forte probabilidade de que o costume agora cristão de iluminar árvores de Natal seja um eco do costume pagão de considerar o pinheiro como símbolo de um festival solar, o precursor do nascimento do Sol.

Faz sentido pensar que a sua adoção e o seu estabelecimento na Alemanha cristã deu a este costume uma nova forma - uma forma até certo ponto cristã. 

A partir de então surgiram novas lendas - como sempre acontece - explicando cada uma à sua própria maneira a origem do antigo hábito. Nós conhecemos uma destas lendas, profundamente poética na sua encantadora simplicidade, e que pretende explicar a origem do costume agora universalmente dominante de ornamentar árvores de Natal com velas de cera acesas.

Perto da caverna em que nasceu o Salvador do mundo havia três árvores: um pinheiro, uma oliveira e uma palmeira.

Naquela noite sagrada em que a estrela de Belém apareceu nos céus - a estrela que anunciou ao mundo, depois de tanto sofrimento, o nascimento d’Aquele que traria à humanidade a boa notícia de uma esperança abençoada - toda a natureza celebrou o fato, e conta-se que ela levou até os pés do deus-criança os seus melhores e mais sagrados  presentes.

A oliveira que crescia na entrada da caverna de Belém ofereceu, entre outros, os seus frutos dourados. A palmeira deu ao Bebê a sombra verde da sua abóboda como proteção contra o calor e as tempestades. Só o pinheiro nada tinha para oferecer. A pobre árvore mergulhou no desânimo e na dor, tentando inutilmente pensar em um presente para o Cristo-Criança.

Seus galhos se inclinavam tristemente, e a intensa agonia do seu sofrimento fez afinal com que da sua casca e dos seus ramos se derramasse uma torrente de lágrimas quentes e transparentes, cujos pingos grandes, resinosos e pastosos caíam grossos ao seu redor.

Uma estrela, cintilando em silêncio na abóboda celeste, percebeu as suas lágrimas; e, confabulando com suas colegas - um milagre aconteceu.

Hostes de estrelas caíram como em uma grande chuva de luzes sobre o pinheiro, até que começaram a cintilar e já havia uma estrela brilhando em cada ponta de ramo da árvore, desde o alto até a base.

Então, feliz e trêmulo de emoção, o pinheiro orgulhosamente ergueu os seus galhos inclinados e apareceu pela primeira vez diante do mundo surpreso, mostrando um brilho cintilante nunca visto.  

Desde aquele momento, conta a lenda, os seres humanos adotaram o hábito de ornamentar pinheiros com grande número de velas acesas na véspera de Natal.  


Leitura e suas diferenças


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