Um novo olhar no Almirante... Este espaço foi criado como uma nova ferramenta de comunicação entre professores e alunos do Almirante. Vamos estreitar laços e, juntos, buscar um crescimento com visões e ideias através do diálogo dos blogeiros.
domingo, 16 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Como a anestesia age no nosso corpo?
Nossos nervos são como fios que temos espalhados pelo corpo. Quando sentimos dor, é sinal que algo está errado em alguma parte do corpo. E esse sinal segue da parte dolorida (dente com cárie, ferida, etc…) até o cérebro viajando por nervos. Os neurônios em sequência são as células encarregas de formar nossos nervos.
Dentro no neurônio é eletricamente
negativo e o ambiente em volta dele é positivo. Quando ferimos uma parte
do corpo, o neurônio mais próximo do local abre na sua membrana os
chamados canais de sódio, que permitem a entrada de íons de sódio. Como
esses íons são positivos, o interior da célula vai perdendo seu estado
negativo.
Para voltar ao normal, o neurônio abre
seus canais de potássio para a saída de íons de potássio (positivos) da
célula. Essa sequência de entra-e-sai vira uma reação em cadeia, que vai
passando de um neurônio para outro até chegar ao cérebro. Lá, essa
sequência de alterações na carga dos neurônios é “traduzida” como um
sinal de dor.
Quando usamos anestésicos, como no
dentista, eles interrompem o mecanismo de transmissão do sinal da dor. O
dentista aplica o anestésico na região onde o dente problemático está.
Esses anestésicos, têm, geralmente, substâncias como a lidocaína e a
bupivacaína, que reagem quimicamente com os neurônios da região
machucada, impedindo a abertura dos canais de sódio. Assim, o processo
de transmissão da dor é interrompido logo de cara.
Na verdade a região anestesiada não fica “dura” como parece. Essa sensação é devido a falta de sensibilidade no local.
Cinco maneiras infalíveis de acabar com o soluço! (Karlla Patrícia)
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Os soluços acontecem quando o nervo vago
ou uma de suas ramificações, que vai do cérebro para o abdômen, fica
irritado. Especialistas dizem que os soluços são na maioria das vezes
uma reação a distúrbios digestivos comuns. Uma forma de conter os
soluços é inundar o nervo vago com outra sensação. O nervo vago envia
sinais ao cérebro que existem coisas mais importantes acontecendo e
então é hora de acabar com os soluços. Outros métodos interferem na
respiração, aumentando a quantidade de dióxido de carbono no sangue.
Isso provavelmente faz com que o corpo fique mais preocupado em se
livrar do dióxido de carbono do que criar soluços. Se você quer saber
mais sobre soluços, veja AQUI.
Vamos aprender cinco técnicas para acabar com o soluço, consideradas infalíveis pelos médicos:
1- Engolir uma colher de açúcar. Esse
ato sobrecarrega as extremidades do nervo na boca com uma sensação doce.
Essa sensação vai ocupar o cérebro imediatamente com outras reações.
Experimente também o açúcar na parte de trás da língua, onde sentimos o
gosto “azedo”. Assim a sobrecarga de açúcar dará mais resultado!
2- Alguns médicos recomendam que você
tape os ouvidos para parar os soluços. Os ramos do nervo vago também se
estendem até o sistema auditivo e, ao estimular as terminações nervosas
lá, o nervo vago entra em ação.
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3- Levar um susto. Apesar de ser a
técnica do tempo da vovozinha, isso funciona! O susto ativa o nervo vago
e coloca um ponto final nos soluços.
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4- Engolir ou gargarejar com água também é uma ótima técnica, pois acalma os nervos.
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5- Fazer careta esticando a língua também pode parar os soluços.
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Cooperação
"As conquistas humanas são
como uma cadeia de montanhas com penhascos, encostas e vales. Almejar a
excelência na aquisição coletiva é querer alcançar o ponto mais alto. O
esforço requer que cada alpinista esteja equipado com habilidades,
conhecimento e força de vontade. No entanto, nenhuma escalada jamais deveria
ser empreendida sem o item de equipamento mais importante: a corda de
segurança da cooperação. Ela provê o meio para que cada alpinista de um passo
e para que esses passos, coletivamente, atinja o pico"
Brahma Kumaris
domingo, 9 de dezembro de 2012
A LENDA DA ÁRVORE DE NATAL
Uma Tradição Cristã Recente,
Cuja Verdadeira Origem é Pagã e Antiga
Dr. Kaygorodoff
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O
costume da árvore de Natal é uma instituição bastante recente. Surgiu
em uma época tardia não só na Rússia, mas também na Alemanha, onde
apareceu pela primeira vez. Da Alemanha ele se espalhou para todos os
lugares, no velho mundo assim como no novo mundo. Na França, a árvore de
Natal foi adotada só depois da guerra franco-alemã; após 1870,
portanto. De acordo com crônicas da Prússia, o costume de iluminar a
árvore de Natal como vemos hoje foi estabelecido cerca de cem anos
atrás. Ele chegou à Rússia em torno de 1830, e em pouco tempo foi adotado em todo o Império e pelas classes mais ricas.
É
bastante difícil estabelecer a trajetória histórica deste costume. A
sua origem pertence, inegavelmente, à mais remota antiguidade.
Os
pinheiros sempre foram homenageados pelas nações antigas da Europa.
Como são plantas perenifólias (cujas folhas duram o ano todo), eles
simbolizam a vegetação que nunca morre e são considerados sagrados para
as divindades da natureza, entre elas Pã, Ísis e outros deuses.
De acordo com o folclore antigo, o pinheiro nasceu do corpo da ninfa de nome Pitys (termo grego para esta árvore); a amada dos deuses Pã e Bóreas.
Durante
os festivais da primavera, feitos em homenagem à grande deusa da
Natureza, os pinheiros eram trazidos para os templos e decorados com
violetas perfumadas.
Os
antigos povos nórdicos da Europa tinham uma reverência semelhante pelos
pinheiros em geral, e faziam uso intenso deles durante os seus
festivais. Assim, por exemplo, é bem sabido que os sacerdotes pagãos da
antiga nação alemã, quando celebravam a primeira etapa do retorno do Sol
para o equinócio da primavera, erguiam em suas mãos galhos de pinheiros
altamente ornamentados. Isso aponta para uma forte probabilidade de que
o costume agora cristão de iluminar árvores de Natal seja um eco do
costume pagão de considerar o pinheiro como símbolo de um festival
solar, o precursor do nascimento do Sol.
Faz
sentido pensar que a sua adoção e o seu estabelecimento na Alemanha
cristã deu a este costume uma nova forma - uma forma até certo ponto
cristã.
A
partir de então surgiram novas lendas - como sempre acontece -
explicando cada uma à sua própria maneira a origem do antigo hábito. Nós
conhecemos uma destas lendas, profundamente poética na sua encantadora
simplicidade, e que pretende explicar a origem do costume agora
universalmente dominante de ornamentar árvores de Natal com velas de
cera acesas.
Perto da caverna em que nasceu o Salvador do mundo havia três árvores: um pinheiro, uma oliveira e uma palmeira.
Naquela
noite sagrada em que a estrela de Belém apareceu nos céus - a estrela
que anunciou ao mundo, depois de tanto sofrimento, o nascimento d’Aquele
que traria à humanidade a boa notícia de uma esperança abençoada - toda
a natureza celebrou o fato, e conta-se que ela levou até os pés do
deus-criança os seus melhores e mais sagrados presentes.
A
oliveira que crescia na entrada da caverna de Belém ofereceu, entre
outros, os seus frutos dourados. A palmeira deu ao Bebê a sombra verde
da sua abóboda como proteção contra o calor e as tempestades. Só o
pinheiro nada tinha para oferecer. A pobre árvore mergulhou no desânimo e
na dor, tentando inutilmente pensar em um presente para o
Cristo-Criança.
Seus
galhos se inclinavam tristemente, e a intensa agonia do seu sofrimento
fez afinal com que da sua casca e dos seus ramos se derramasse uma
torrente de lágrimas quentes e transparentes, cujos pingos grandes,
resinosos e pastosos caíam grossos ao seu redor.
Uma
estrela, cintilando em silêncio na abóboda celeste, percebeu as suas
lágrimas; e, confabulando com suas colegas - um milagre aconteceu.
Hostes
de estrelas caíram como em uma grande chuva de luzes sobre o pinheiro,
até que começaram a cintilar e já havia uma estrela brilhando em cada
ponta de ramo da árvore, desde o alto até a base.
Então,
feliz e trêmulo de emoção, o pinheiro orgulhosamente ergueu os seus
galhos inclinados e apareceu pela primeira vez diante do mundo surpreso,
mostrando um brilho cintilante nunca visto.
Desde
aquele momento, conta a lenda, os seres humanos adotaram o hábito de
ornamentar pinheiros com grande número de velas acesas na véspera de
Natal.
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