Um novo olhar no Almirante... Este espaço foi criado como uma nova ferramenta de comunicação entre professores e alunos do Almirante. Vamos estreitar laços e, juntos, buscar um crescimento com visões e ideias através do diálogo dos blogeiros.
domingo, 17 de agosto de 2014
terça-feira, 12 de agosto de 2014
TESTE: Verbos
A dança dos planetas
A Terra e cinco vizinhos
entram em linha
O imenso de maníacos do fim do mundo entrou em alerta, no fim de abril,
ao saber que entre 5 e 17 deste mês de maio a Terra, mais Mercúrio, Vênus,
Marte, Júpiter e Saturno estarão alinhados com o Sol [...]. Não adianta os
cientistas prenunciar terremotos, vulcões ou coisas piores, por causa de tanta
força da gravidade “reunida”. [...]
O fenômeno não será visível para ninguém na Terra: os planetas cruzarão
o céu durante o dia, e a luz do sol impedirá qualquer visão [...]. Outro agrupamento
como esse deverá acontecer só no dia 9 de setembro de 2040.
(Revista Galileu. São Paulo, Globo, maio de
2000)
Responda em relação ao sentido
de tempo:
1.
a) O texto foi publicado antes ou depois do acontecimento que ele
noticia?
R:
.................................................................................................................................
b) Copie os verbos que
justificam a resposta nº 1.
R:
.................................................................................................................................
c) No título o verbo entraram está no .....................................................................
2.
Qual o radical e a terminação verbal de:
a)
Entrou? RADICAL:
................................ TERMINAÇÃO:
................................
b)
Dizem? RADICAL:
............................... TERMINAÇÃO:
...............................
3.
Qual o INFINITIVO do verbo entram?
R: ...............................................................
4.
A que conjugação pertencem os verbos:
a) Será? R:
............................................
b) Cruzarão? R:
...............................................
c) Impedirá? R:
...............................................
5.
Diga em que tempo estão os verbos destacados nas frase.
a) Quando tenho problemas,
sempre solicito a ajuda de
meus amigos.
R:
.....................................................................................
b) Os astrônomos realizarão uma palestra sobre
meteoros.
R:
.....................................................................................
c) O chapéu serviu em sua cabeça, mas os
sapatos não servirá em seus
pés.
R: .......................................................... R:
..................................................
6.
Conjugue os verbos PARTICIPAR
no Pretérito Imperfeito do Indicativo e
O verbo SAIR no Pretérito mais-que perfeito.
Eu
......................................................... Eu
...................................................
Tu
......................................................... Tu
...................................................
Ele
........................................................ Ele
.................................................
Nós
...................................................... Nós
................................................
Vós
....................................................... Vós ................................................
Eles
...................................................... Eles
................................................
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
POR QUE LER?
A LEITURA QUE LIBERTA
Quando descobrimos a delícia de ler, nosso aprendizado na vida adquire proporções ilimitadas. Mas isso não é tudo. A palavra escrita também é um instrumento revolucionário. Ela desperta as consciências, revoluciona o espírito humano, derruba governos corruptos e provoca grandes transformações sociais. O escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu:
“Dos instrumentos do homem, o livro é, sem dúvida, o mais assombroso. Os demais são extensões do corpo. O microscópio, o telescópio, são extensões da sua vista; o telefone é extensão da sua voz; depois temos o arado e a espada, extensões do seu braço. Mas o livro é outra coisa: o livro é extensão da memória e da imaginação.”
É claro que o ato de ler tem seus perigos. Há livros que nos libertam da ignorância, mas há leituras que são inúteis ou até prejudiciais. O bom gosto e o critério correto são armas indispensáveis na hora de escolher textos. E, feita a escolha, há maneiras certas e erradas de ler a obra preferida. Para Jorge Luis Borges, “colocar um livro nas mãos de um ignorante é tão perigoso como pôr uma espada nas mãos de uma criança.” Segundo ele, a função do livro “não é revelar-nos as coisas, mas, simplesmente, ajudar-nos a descobri-las”. [1] Assim, não devemos acreditar supersticiosamente em tudo que lemos. A palavra escrita é apenas um instrumento decisivo para que encontremos a verdade por nós mesmos.
NOTA:
[1] “Borges, Oral”, Jorge Luis Borges, Emecé Editores, Buenos Aires, 1979, 105 pp. Veja, respectivamente, as pp. 13 e 16.
Quando descobrimos a delícia de ler, nosso aprendizado na vida adquire proporções ilimitadas. Mas isso não é tudo. A palavra escrita também é um instrumento revolucionário. Ela desperta as consciências, revoluciona o espírito humano, derruba governos corruptos e provoca grandes transformações sociais. O escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu:
“Dos instrumentos do homem, o livro é, sem dúvida, o mais assombroso. Os demais são extensões do corpo. O microscópio, o telescópio, são extensões da sua vista; o telefone é extensão da sua voz; depois temos o arado e a espada, extensões do seu braço. Mas o livro é outra coisa: o livro é extensão da memória e da imaginação.”
É claro que o ato de ler tem seus perigos. Há livros que nos libertam da ignorância, mas há leituras que são inúteis ou até prejudiciais. O bom gosto e o critério correto são armas indispensáveis na hora de escolher textos. E, feita a escolha, há maneiras certas e erradas de ler a obra preferida. Para Jorge Luis Borges, “colocar um livro nas mãos de um ignorante é tão perigoso como pôr uma espada nas mãos de uma criança.” Segundo ele, a função do livro “não é revelar-nos as coisas, mas, simplesmente, ajudar-nos a descobri-las”. [1] Assim, não devemos acreditar supersticiosamente em tudo que lemos. A palavra escrita é apenas um instrumento decisivo para que encontremos a verdade por nós mesmos.
NOTA:
[1] “Borges, Oral”, Jorge Luis Borges, Emecé Editores, Buenos Aires, 1979, 105 pp. Veja, respectivamente, as pp. 13 e 16.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Modo Subjuntivo - Erros comuns
Veja os erros comuns na utilização do Subjuntivo
Fonte: Palavra Certa
Fonte: Palavra Certa
Assinar:
Postagens (Atom)


