quinta-feira, 29 de novembro de 2012

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

                                         Excelência


 “Uma mente pequena converte um grande trabalho em algo pequeno. Uma grande mente transforma qualquer trabalho pequeno em algo grandioso. Nenhum trabalho é pequeno ou grande por si só, é a pessoa que confere valor ao que faz. Se fico consciente da função que exerço, me torno (do mesmo tamanho) pequeno. Se me torno consciente do ser, posso ler as entrelinhas das situações e realizar as aspirações das pessoas envolvidas.”

Brahma Kumaris

Por que sentimos sono após as refeições?

Me encanta su sitio “Diario de biología.” Soy argentina y yo siempre se traduce de los temas. Tengo una pregunta: Cuando comemos dormimos, ¿por qué sucede esto? Sofía – Buenos Aires/Argentina
Sofía, é verdade! Quando terminamos uma refeição completa, como um almoço por exemplo, o nosso organismo passa por algumas alterações que dá aquela sensação de “preguicinha” e sono. É como se o corpo quisesse hibernar.
Tudo começa quando o alimento chega ao estômago. Neste momento o fluxo sanguíneo se acumula nesta região do abdome  Isto acontece para que o processo de digestão seja facilitado pela circulação muito ativa naquele local. Com o aumento na circulação abdominal, muito sangue acaba sendo desviado para o processo de digestão, o cérebro fica menos oxigenado e o sistema nervoso com menos fluxo sanguíneo.
Existe uma região no nosso cérebro responsável pela sensação de fome. Essa região fica localizada próxima ao centro que controla o estado de alerta. O “aviso” de satisfação (fome saciada) enviada ao cérebro “desliga” nossos sinais de alerta. Isso por que, a glicose vinda dos alimentos aumentam nossos níveis glicêmicos e inibem as células nervosas responsáveis pela sensação de alerta e então somos parcialmente desligados. Este ciclo, provoca uma diminuição nas nossas atividades gerais causando uma sensação de sono, dormência, preguiça e tudo mais.
É preciso levar em conta também, nossos ritmos biológicos diários. Eles costumam variar durante o dia e exatamente na hora do almoço, no meio do dia, é o momento do declínio desses ritmos. A dica para não cochilar depois do almoço no trabalho é evitar alimentos ricos em glicose e comer pouco carboidrato para que os sinais de alerta das células nervosas não sejam interrompidos. Mas que este soninho é bom, isso é!

domingo, 18 de novembro de 2012

Avaliação Emancipatória

RESUMO DE LIVROS - SAUL, Ana Maria. 

SAUL, Ana Maria. Avaliação Emancipatória Escolar. São Paulo: Cortez, 1996.

As avaliações emancipatória, dialógica e mediadora servem para a intervenção do professor em sua prática profissional.

"Segundo Luckesi, a avaliação da aprendizagem escolar são meios e não fins em si mesmas, estando delimitadas pela teoria e prática. Nesta perspectiva, ela precisa estar ressarcida de valores construídos pelos homens, num significado coletivo, de bem estar social, por parte do educador este deve visar situações e práticas associadas às questões políticas e sociais.
A avaliação emancipatória caracteriza-se como um processo de descrição, análise e crítica de uma dada realidade, visando transformá-la, situada numa vertente político pedagógica cujo interesse é primordial é emancipador, libertador visando provocar critica e fazer com que as pessoas envolvidas na ação educacional escrevam sua própria historia.
Para Hoffman todos os aprendizes estarão sempre evoluindo, por isso o olhar do professor deve abranger a diversidade de traçados provocando-os a prosseguir sempre, fazendo que o educando assuma um compromisso pedagógico pessoas, ‘buscando sua própria felicidade.PONCE’. ainda Hoffman, a avaliação importa para uma educação libertadora desde que seu papel seja investigar, problematizar e ampliar perspectivas. Na avaliação mediadora, Educadores devem prestar atenção e “pegar no pé” do educando insistindo em conhecê-lo melhor, entendendo suas falas, argumentos, dialogando, ouvindo suas perguntas, fazendo-lhe novas e desafiadoras questoesa até, buscar alternativas para uma ação educativa voltada pra a autonomia moral e intelectual.
Para Arroyo, cada ao educador mobilizar o aluno para que se torne um aprendiz recriando espaços de trocas.
A avaliação dialógica, segundo Romão, na escola Cidadã, onde se desenvolve uma educação libertadora, o conhecimneto é um processo de descoberta coletiva, medializada pelo dialogo entre educador e educando, a avaliação deixa de ser processo de cobrança para se transformar em um momento de aprendizagem, para professores e alunos, voltando pra a transformação do meio. O educador deve ser mediado e incentivador de integração e participação em favor da aprendizagem além do muro da sala de aula.
Na Pedagogia Diferenciada de Perrenoud, a avaliação deve ter finalidade primeira a aprendizagem maior, apontando caminhos na solução de problemas e reinventando maneiras de democratizar o conhecimento.
Hoffmann conclui que, a avaliação deve se orientar de valores morais e paradigmas científicos. Os processos não podem ser fundamentados apenas em princípios, critérios e regras de investigação cientifica e metodológicas. E sim deve ser recorrer a interações e relação social, numa analise ético-político das práticas e metodologias da avaliação."      (Prof. Lídia)
“O homem de caráter pensa em seu caráter, o homem inferior em sua posição social. O homem honrado deseja justiça, o homem inferior deseja ser favorecido.”
                                                                                (Confúcio)

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A porta ao lado

                           Dr. Drauzio Varela

Em entrevista dada pelo médico Drauzio Varella, disse ele que agente tem um nível de exigências absurdo em relação à vida, que queremos que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada. E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida da gente... 

 

É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na
garagem (ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping). Em vez de
simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua
vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.

Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a
abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de
algumas pessoas melhor, e de outras, pior.

Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos,
mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes.

Será que nada dá errado pra eles? Dá aos montes. Só que, para
eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor
diferença.

O que não falta neste mundo é gente que se acha o último
biscoito do pacote. Que "audácia" contrariá-los! São aqueles que nunca
ouviram falar em saídas de emergência: fincam o pé, compram briga
e não deixam barato.

Alguém aí falou em complexo de perseguição? Justamente.
O mundo versus eles.

Eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também.
É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema
solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemões podem ser
resolvidos assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail, um pedido
de desculpas, um deixar barato.

Eu ando deixando de graça... Pra ser sincero, vinte e quatro
horas têm sido pouco prá tudo o que eu tenho que fazer, então não vou
perder ainda mais tempo ficando mal-humorado.

Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e
gente idem; pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia. Então eu uso a
"porta do lado" e vou tratar do que é importante de fato.

Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do
bom humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros
dá errado."

Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, não
estrague o seu dia... Use a porta do lado e mantenha a sua harmonia.
Lembre-se, o humor é contagiante - para o bem e para o mal - portanto,
sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria.
A "Porta do lado" pode ser uma boa entrada ou uma boa saída... Experimente!
 Dráuzio Varella

"FICA" QUIETO OU "FIQUE" QUIETO?

O correto é dizer "fica quieto" ou "fique quieto"?

         De acordo com a norma culta, as duas construções estão corretas. Em ambas, o verbo foi no imperativo, empregado para dar ordens e instruções e fazer apelos. A formação desse modo verbal ocorre deste modo: o"fica" é resultado da exclusão da terminação "s" da 2ª pessoa do presente do indicativo; "fique" repete a 3ª pessoa do presente do subjuntivo. Já no registro informal é comum aparecerem verbos na 2ª pessoa mesmo quando o interlocutor é na 3ª pessoa ou "você". Veja:

  • O verbo está na 2ª pessoa, mas o interlocutor na 3ª.
          Vem  pra  cá!
    Não faz assim!


  • O verbo e o interlocutor estão na 3ª pessoa. 
    Venha pra cá!     
    Não faça assim!

Por Eduardo Lopes, professor de Língua Portuguesa do Sistema Anglo de Ensino.